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Quinta-feira, Abril 22, 2021
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Ministro das Infraestruturas desmente cancelamento da eletrificação da linha do Douro

Esta semana, a eletrificação da linha do Douro deu novamente que falar, após a divulgação de uma manchete do Jornal de Notícias que dava conta do adiamento de 18 obras inseridas no âmbito do programa Ferrovia 2020, apresentado em fevereiro de 2016.

Entre as 18 obras em atraso, estaria em causa a eletrificação da linha do Douro entre Marco de Canaveses e o Peso da Régua. Foram vários os autarcas, sobretudo José Manuel Gonçalves, presidente da Câmara Municipal do Peso da Régua, que se mostraram preocupados com a situação, assim como a Comunidade Intermunicipal do Douro (CIM) que rapidamente exigiu explicações ao Governo.

No entanto, ao que parece, a linha ferroviária do Douro, no troço em questão, será eletrificada, e quem o garante é Pedro Nuno Santos, Ministro das Infraestruturas.

Após o pedido de esclarecimento da Câmara Municipal de Peso da Régua, o MI contactou o autarca José Manuel Gonçalves, garantido que a obra iria ser concluída. O mesmo admitiu a existência de atrasos e constrangimentos nos projetos de modernização ferroviária, porém, afastou a hipótese de qualquer cancelamento no âmbito do plano ferroviário 2020.

Também a empresa Infraestruturas de Portugal, em declarações à Renascença, esclareceu que «obra apenas foi suspensa devido a dificuldades do consórcio que obrigam ao lançamento de novo concurso».

A 11 de setembro de 2019, António Costa, em ambiente de pré-campanha eleitoral, avançou que a linha do Douro entre Marco de Canaveses e Peso da Régua seria eletrificada até ao final deste ano, tornando-a mais segura, eficiente e competitiva. Sublinhou também que o investimento nos transportes públicos, nomeadamente na rede ferroviária, deveria continuar a ser uma prioridade.

Além disso, trata-se de um recurso vital para a região. Como tal, a CIM Douro considera que este novo adiamento só vem prejudicar ainda mais a população e conclui que esta situação «continuará a penalizar fortemente o território e a limitar a capacidade de expansão e de utilização da linha do Douro, para além de contribuir negativamente para a neutralidade carbónica que o Governo diz perseguir».

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